J.U.N.I.O.R N.A C.A.A.T.I.N.G.A
A Caatinga ou Mata Branca é o único ecossistema exclusivamente brasileiro. Seus 800 mil km2 – 70% da região Nordeste – têm distribuição geográfica restrita ao Brasil. Apesar disso é o menos estudado e conhecido ecossistema do país e, também, o mais desprotegido
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Floresta Amazônica ‘’Pulmão do Mundo’’?
Essa intitulação que a floresta Amazônica seria o pulmão do mundo, à controvérsias. As grandes florestas tropicais úmidas, na Amazônia, África, Indochina, Ìndia, Malásia, Filipinas, Indonésia, Nova Guiné e norte da Austrália são os ecossistemas mais complexos e ricos de vida de todo o Planeta. Ninguém sabe o número de espécies que existe ali. Cerca de 70% das espécies de vida da Terra vivem nestas florestas. Da maneira como são destruídas hoje, estamos apagando da face da terra milhares, senão milhões de espécies. Entretanto, mesmo com tantos parâmetros de sobrevivência para outras espécies, a maior floresta tropical do mundo não é o “Pulmão do mundo’’.
É comum ouvirmos as pessoas dizerem que a Amazônia é o pulmão do mundo, o pulmão consome, e não produz oxigênio, ao contrário do que pretendem os que utilizam esta imagem para dizer que a Amazônia é uma espécie de fábrica de oxigênio, se a floresta, ou qualquer outro ecossistema, produzisse mais oxigênio do que consome, a concentração deste gás na atmosfera terrestre estaria em constante aumento, o que não ocorre. As florestas tropicais úmidas, que antes da devastação das últimas décadas totalizavam algo em torno de nove milhões de quilômetros quadrados (mais da metade do continente americano), foram importantíssimas neste processo de manutenção das condições de vida do Planeta. Elas não foram o pulmão, como se dizia, e sim um regulador térmico.
As algas marinhas (vegetais fotossintetizantes, pertencentes a reinos distintos, mas tendo em comum o fato de serem desprovidos de raízes, caules, folhas, flores e frutos, avasculares, ou seja, não possuem mecanismos específicos de transporte e circulação de fluidos, água, sais minerais, e outros nutrientes, como ocorre com as plantas mais evolutivas, não possuem seiva, organismos com estrutura e organização simples e primitiva.), são o verdadeiro pulmão do mundo, uma vez que produzem mais oxigênio pela fotossíntese do que precisam na respiração, e o excesso é liberado para o ambiente. A Amazônia libera muito menos oxigênio para a atmosfera em termos mundiais, pois a maior parte do gás produzido é consumido na própria floresta.
http://mdambiental.blogspot.com/
Essa intitulação que a floresta Amazônica seria o pulmão do mundo, à controvérsias. As grandes florestas tropicais úmidas, na Amazônia, África, Indochina, Ìndia, Malásia, Filipinas, Indonésia, Nova Guiné e norte da Austrália são os ecossistemas mais complexos e ricos de vida de todo o Planeta. Ninguém sabe o número de espécies que existe ali. Cerca de 70% das espécies de vida da Terra vivem nestas florestas. Da maneira como são destruídas hoje, estamos apagando da face da terra milhares, senão milhões de espécies. Entretanto, mesmo com tantos parâmetros de sobrevivência para outras espécies, a maior floresta tropical do mundo não é o “Pulmão do mundo’’.
É comum ouvirmos as pessoas dizerem que a Amazônia é o pulmão do mundo, o pulmão consome, e não produz oxigênio, ao contrário do que pretendem os que utilizam esta imagem para dizer que a Amazônia é uma espécie de fábrica de oxigênio, se a floresta, ou qualquer outro ecossistema, produzisse mais oxigênio do que consome, a concentração deste gás na atmosfera terrestre estaria em constante aumento, o que não ocorre. As florestas tropicais úmidas, que antes da devastação das últimas décadas totalizavam algo em torno de nove milhões de quilômetros quadrados (mais da metade do continente americano), foram importantíssimas neste processo de manutenção das condições de vida do Planeta. Elas não foram o pulmão, como se dizia, e sim um regulador térmico.
As algas marinhas (vegetais fotossintetizantes, pertencentes a reinos distintos, mas tendo em comum o fato de serem desprovidos de raízes, caules, folhas, flores e frutos, avasculares, ou seja, não possuem mecanismos específicos de transporte e circulação de fluidos, água, sais minerais, e outros nutrientes, como ocorre com as plantas mais evolutivas, não possuem seiva, organismos com estrutura e organização simples e primitiva.), são o verdadeiro pulmão do mundo, uma vez que produzem mais oxigênio pela fotossíntese do que precisam na respiração, e o excesso é liberado para o ambiente. A Amazônia libera muito menos oxigênio para a atmosfera em termos mundiais, pois a maior parte do gás produzido é consumido na própria floresta.
http://mdambiental.blogspot.com/
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Lixo: todos produzem, mas nem todos cuidam !
Eis mais um grande desafio! A Política Nacional de Resíduos Sólidos, já em vigor, estabelece a responsabilidade de todos por tudo que consumimos e descartamos. Isso quer dizer que as empresas terão de fabricar produtos que deixem menos resíduos e que sejam mais recicláveis. O consumidor está proibido de queimar lixo a céu aberto ou jogá-lo em ruas, praias e rios. E, no caso de alguns produtos, terá que devolvê-lo ao fabricante, para que este os recicle
NÃO RECICLÁVEIS
Você sabe que alguns materiais e produtos não podem ser reciclados de jeito nenhum? Neste caso, o único destino possível é o aterro sanitário ou o lixão.” Mas claro que tudo depende do local onde você mora. Há lugares no Brasil que pouco reciclam e outros nos quais a coleta está bem avançada. Portanto, informe-se com a prefeitura e as cooperativas sobre as possibilidades de sua região e separe o lixo de acordo com essa orientação”, explica Patrícia Blauth, da ONG Menos Lixo. Se tiver disposição, que tal ampliar essas possibilidades e iniciar uma campanha de conscientização em seu bairro ou na sua cidade? Abaixo, indicamos o que geralmente não dá para reciclar:
PAPÉIS
- papéis com muita cola, como adesivos tipo “post-it”, etiquetas, fitas crepe e “durex”. A consultora da Menos Lixo explica: “Um envelope com etiqueta e selo é aceito; embora a dica educativa a ser dada é pela simplificação: envelopes sem janela de celofane”;
- papel carbono, celofane e manteiga;
- guardanapos, papel toalha e papeis higiênicos usados;
- papéis metalizados, parafinados e plastificados;
- fotografias;
- recibos de cartão de crédito e débito. Por isso, é mais legal recusar a sua cópia.
PLÁSTICOS
- filmes plásticos que embalam objetos e alimentos, limpos ou usados;
- cabos de panela;
- isopor, mas algumas cooperativas aceitam o de embalagens de eletrodomésticos, apenas;
- teclados de computador;
- acrílicos;
- esponjas e espumas, como as usadas em travesseiros, colchões e almofadas;
- sacolas e sacos plásticos sujos, mas checar com prefeituras e cooperativos se os limpos podem ser reciclados.
VIDROS
- espelhos;
- cristais;
- vidros temperados;
- ampolas de medicamentos
- artigos feitos com fibra de vidro, que é usada na fabricação de cestos de lixo, baús de motos, barcos etc;
- lentes de óculos.
OUTROS
- cerâmicas, louças e porcelanas;
- tecidos naturais e sintéticos tipo TNT, Perfex e Tyvek;
- cotonetes, fraldas e absorventes, limpos ou usados;
- cortiças: painéis ou rolhas de bebidas;
- peças de couro como sapatos, cintos e bolsas, entre outros;
- peças de fibras vegetais como vime, palha, etc.
- blisters (cartelas de remédio) e remédios podem ser entregues em farmácias que promovem essa coleta;
- pilhas e baterias devem ser descartadas em pontos de coleta especializados
- seringas, algodões e gazes usados.
PLÁSTICO NO MAR
Um dos grandes problemas das sacolas plásticas no mundo é que cerca de 0,5 % delas acaba em rios, lagos e oceanos. Parece pouco, mas são quase 90 milhões de sacolinhas ao ano que chegam aos mares do mundo, muitas vezes em forma de fragmentos. Além de formar uma fina camada de lixo plástico na água, são ingeridos por animais marinhos, que acabam morrendo.
NÃO RECICLÁVEIS
Você sabe que alguns materiais e produtos não podem ser reciclados de jeito nenhum? Neste caso, o único destino possível é o aterro sanitário ou o lixão.” Mas claro que tudo depende do local onde você mora. Há lugares no Brasil que pouco reciclam e outros nos quais a coleta está bem avançada. Portanto, informe-se com a prefeitura e as cooperativas sobre as possibilidades de sua região e separe o lixo de acordo com essa orientação”, explica Patrícia Blauth, da ONG Menos Lixo. Se tiver disposição, que tal ampliar essas possibilidades e iniciar uma campanha de conscientização em seu bairro ou na sua cidade? Abaixo, indicamos o que geralmente não dá para reciclar:
PAPÉIS
- papéis com muita cola, como adesivos tipo “post-it”, etiquetas, fitas crepe e “durex”. A consultora da Menos Lixo explica: “Um envelope com etiqueta e selo é aceito; embora a dica educativa a ser dada é pela simplificação: envelopes sem janela de celofane”;
- papel carbono, celofane e manteiga;
- guardanapos, papel toalha e papeis higiênicos usados;
- papéis metalizados, parafinados e plastificados;
- fotografias;
- recibos de cartão de crédito e débito. Por isso, é mais legal recusar a sua cópia.
PLÁSTICOS
- filmes plásticos que embalam objetos e alimentos, limpos ou usados;
- cabos de panela;
- isopor, mas algumas cooperativas aceitam o de embalagens de eletrodomésticos, apenas;
- teclados de computador;
- acrílicos;
- esponjas e espumas, como as usadas em travesseiros, colchões e almofadas;
- sacolas e sacos plásticos sujos, mas checar com prefeituras e cooperativos se os limpos podem ser reciclados.
VIDROS
- espelhos;
- cristais;
- vidros temperados;
- ampolas de medicamentos
- artigos feitos com fibra de vidro, que é usada na fabricação de cestos de lixo, baús de motos, barcos etc;
- lentes de óculos.
OUTROS
- cerâmicas, louças e porcelanas;
- tecidos naturais e sintéticos tipo TNT, Perfex e Tyvek;
- cotonetes, fraldas e absorventes, limpos ou usados;
- cortiças: painéis ou rolhas de bebidas;
- peças de couro como sapatos, cintos e bolsas, entre outros;
- peças de fibras vegetais como vime, palha, etc.
- blisters (cartelas de remédio) e remédios podem ser entregues em farmácias que promovem essa coleta;
- pilhas e baterias devem ser descartadas em pontos de coleta especializados
- seringas, algodões e gazes usados.
PLÁSTICO NO MAR
Um dos grandes problemas das sacolas plásticas no mundo é que cerca de 0,5 % delas acaba em rios, lagos e oceanos. Parece pouco, mas são quase 90 milhões de sacolinhas ao ano que chegam aos mares do mundo, muitas vezes em forma de fragmentos. Além de formar uma fina camada de lixo plástico na água, são ingeridos por animais marinhos, que acabam morrendo.
sábado, 11 de junho de 2011
CAATINGA - REPORTAGEM DA REVISTA ESCOLA - BIOMAS
Objetivos
Identificar e compreender a distribuição e a configuração natural da caatinga. Relacionar coberturas vegetais, fauna, clima, relevo, solos e recursos hídricos no bioma. Correlacionar distribuição e biodiversidade. Identificar e avaliar processos de ocupação e perda de coberturas vegetais originais. Reconhecer e avaliar unidades e políticas de conservação e usos sustentáveis do bioma, assim como programas para contenção de sua devastação. Desenvolver pesquisa, coleta, seleção e organização de dados, textos e imagens. Ler e interpretar mapas em diferentes escalas.
Conteúdos
Bioma Caatinga: caracterização, distribuição, configuração natural, usos, riscos e ameaças; Caracterização do Sertão nordestino; Biodiversidade; Bacias hidrográficas e recursos hídricos; Unidades de conservação.
Anos
6º ao 9º ano
Tempo estimado
Quatro aulas
Introdução
Esta é a quinta sequência didática de uma série de oito propostas sobre os biomas brasileiros para Ensino Fundamental II. A primeira delas teve como objetivo fazer com os alunos um mapeamento dos biomas brasileiros, acompanhado de discussões sobre as classificações das unidades naturais presentes no território brasileiro. A segunda trouxe o detalhamento do bioma Amazônia, a terceira destacou as matas atlânticas brasileiras e a quarta sequência abordou a situação atual dos cerrados. (Confira as demais sequências da série ao lado).
Este plano tem como objetivos discutir a configuração natural da caatinga, sua composição e diversidade de espécies e sua relação com as condições climáticas. Bioma exclusivamente brasileiro, ela abrange frações de todos os estados do Nordeste, além do norte de MG, numa área de 826,4 mil km² - cerca de 11% do território nacional, maior que Espanha e Portugal somados. Dados recentes, publicados em 2010 pelo Ministério do Meio Ambiente, indicam um aumento da devastação do bioma, que tem baixos percentuais de áreas protegidas.
Texto de apoio ao professor - Caatinga
As tradicionais imagens da caatinga e do semiárido nordestino, com solos secos e rachados e plantas de pequeno porte, muitas vezes deixam de revelar a extrema complexidade e diversidade do bioma. Suas paisagens refletem um clima de forte insolação, temperaturas elevadas na maior parte do ano, solos pedregosos, chuvas escassas e irregulares, com secas periódicas. Parte dos rios é intermitente e sazonal; as exceções são os caudalosos Parnaíba e São Francisco.
Como salienta o professor Aziz Ab’Saber, cerca de 85% do espaço total do Nordeste seco se estende por depressões interplanálticas, situadas entre antigos maciços cristalinos e chapadas eventuais, sob a forma de incontáveis colinas sertanejas. Essas colinas são sulcadas por rios e riachos intermitentes, em climas quentes e relativamente secos. Mas a diversidade de solos e a presença de serras e brejos denotam também a presença de áreas mais úmidas. O inverno seco dura de cinco a oito meses, com maior precipitação no verão, mas irregulares no tempo e no espaço.
Na região, massas de ar descendentes, mais secas e orientadas para a superfície, impedem a ascensão de ar indispensável à formação de nuvens e ocorrência de chuvas. Completa esse quadro natural a cobertura com vegetação arbustivo-arbórea e, mais raramente, arbórea. De origem tupi-guarani, caatinga significa mata branca. São pelo menos 12 tipos de coberturas, desde matas secas (caatinga arbórea) até caatingas abertas, capoeiras e extensões de arbustos baixos. As folhas miúdas, as cascas grossas e as hastes espinhentas são adaptadas à evapotranspiração intensa, tendo algumas plantas sistemas para armazenamento de água, como o mandacaru, xique-xique, barriguda e umbuzeiro. São pelo menos 930 espécies de plantas, sendo 380 endêmicas. Na região existem pelo menos 510 espécies de aves, das quais 470 se reproduzem localmente - dependem da vegetação para sobreviver. Há também ali grande variedade de cobras e lagartos.
Estudo recente lançado pelo Ministério do Meio Ambiente indica que o total de caatinga devastada saltou de 43,3% em 2002 para 45,3% em 2008 – crescimento de área equivalente à do município de São Paulo. Entre as principais causas apontadas para esse avanço estão o uso da cobertura para lenha e carvão e o avanço de frentes agrícolas e de pecuária. Como se sabe, há novas frentes de expansão da moderna cultura de grãos pelo oeste da Bahia e sul do Maranhão e Piauí. Entre os municípios que registraram maior perda de caatinga estão Acopiara e Tauá (CE), Bom Jesus da Lapa e Campo Formoso (BA) e Serra Talhada (PE). O avanço preocupa porque apenas 7% da cobertura está protegida por unidades de conservação federais ou estaduais, com os habituais problemas de controle e fiscalização. Desse total, apenas 1% é de unidades de proteção integral.
Com isso, podem estar em risco espécies de flora e fauna e a rica “farmácia a céu aberto” representada por diferentes plantas de uso medicinal, como a catingueira, o jerico e o angico.
Diversos estudos e programas indicam, pelo menos, 80 áreas prioritárias para conservação da caatinga e definição de políticas articuladas entre União, estados e municípios de combate à devastação do bioma. Uma unidade de conservação a ser destacada é o Parque Nacional da Serra da Capivara, declarado patrimônio cultural pela Unesco em 1991, em função de seus mais de 500 sítios de pinturas rupestres, e abrigo de espécies ameaçadas como jaguatirica e tamanduá-bandeira.
Mesmo diante das dificuldades do homem sertanejo – quase 1 milhão de famílias vivem em situação de penúria, num quadro de grande concentração fundiária - o Nordeste seco é o semi-árido mais povoado do planeta.
(Para saber mais, consulte as matérias MMA, ICMBIO e TNC lançam mapa da CaatingaPlano pretende frear destruição da Caatinga e , disponíveis no portal Planeta Sustentável).
Desenvolvimento
1ª e 2ª aulas
Peça que os alunos se dividam em pequenos grupos e pesquisem informações sobre configuração natural do bioma caatinga (distribuição das coberturas vegetais, aspectos climáticos, formas de relevo, bolsões de umidade, rede de drenagem) e processos de constituição dos espaços no Nordeste seco. É fundamental que recolham fotos e mapas sobre a região em questão. Solicite que organizem os dados e examinem o mapa a seguir, com a escala de devastação do bioma nos últimos anos. Com base no mapa, peça que identifiquem as áreas mais afetadas pela retirada das coberturas vegetais originais.
Mapa - Distribuição do desmatamento da caatinga - 2008
Mapa - Distribuição do desmatamento da caatinga. Fonte: Ibama. Ministério do Meio Ambiente.
Em verde, a cobertura vegetal original; em bege, o desmatamento ocorrido antes de 2002; e em marrom, os novos pontos de desmate (entre 2002 e 2008).
3ª e 4ª aulas
O avanço da devastação da caatinga coloca os holofotes sobre as políticas de conservação na região. Proponha que os estudantes recolham dados sobre as unidades de conservação – entre elas, o Parque Nacional da Serra da Capivara e da Chapada do Araripe e o Raso da Catarina – identificando espécies e ambientes protegidos. Do mesmo modo, o potencial da vegetação em termos de fármacos e produção de medicamentos e o desenvolvimento de novas tecnologias para atenuar os rigores do clima, como os sistemas de cisternas em comunidades rurais para armazenamento de água. Um histórico do combate às secas na região – que muitas vezes beneficiou somente as elites agrárias – é fundamental para contextualizar o quadro político e econômico-social regional.
Os dados recolhidos devem compor relatórios de pesquisa sobre o bioma. Oriente a turma para incluir informações sobre a situação atual e as perspectivas futuras a caatinga e o homem sertanejo. Os trabalhos serão utilizados nas últimas aulas desta série, em que será feito um balanço dos desafios para a conservação dos biomas brasileiros.
Avaliação
Avalie a participação de cada estudante nos momentos individuais e coletivos. Verifique também o domínio de conceitos, processos e habilidades em jogo sobre a caatinga. Examine organização dos relatórios. Se necessário, crie uma ficha de registros de atividades para facilitar a avaliação. Reserve tempo para a turma avaliar a experiência.
http://revistaescola.abril.com.br/geografia/pratica-pedagogica/biomas-brasileiros-parte-5-caatinga-558287.shtml
Identificar e compreender a distribuição e a configuração natural da caatinga. Relacionar coberturas vegetais, fauna, clima, relevo, solos e recursos hídricos no bioma. Correlacionar distribuição e biodiversidade. Identificar e avaliar processos de ocupação e perda de coberturas vegetais originais. Reconhecer e avaliar unidades e políticas de conservação e usos sustentáveis do bioma, assim como programas para contenção de sua devastação. Desenvolver pesquisa, coleta, seleção e organização de dados, textos e imagens. Ler e interpretar mapas em diferentes escalas.
Conteúdos
Bioma Caatinga: caracterização, distribuição, configuração natural, usos, riscos e ameaças; Caracterização do Sertão nordestino; Biodiversidade; Bacias hidrográficas e recursos hídricos; Unidades de conservação.
Anos
6º ao 9º ano
Tempo estimado
Quatro aulas
Introdução
Esta é a quinta sequência didática de uma série de oito propostas sobre os biomas brasileiros para Ensino Fundamental II. A primeira delas teve como objetivo fazer com os alunos um mapeamento dos biomas brasileiros, acompanhado de discussões sobre as classificações das unidades naturais presentes no território brasileiro. A segunda trouxe o detalhamento do bioma Amazônia, a terceira destacou as matas atlânticas brasileiras e a quarta sequência abordou a situação atual dos cerrados. (Confira as demais sequências da série ao lado).
Este plano tem como objetivos discutir a configuração natural da caatinga, sua composição e diversidade de espécies e sua relação com as condições climáticas. Bioma exclusivamente brasileiro, ela abrange frações de todos os estados do Nordeste, além do norte de MG, numa área de 826,4 mil km² - cerca de 11% do território nacional, maior que Espanha e Portugal somados. Dados recentes, publicados em 2010 pelo Ministério do Meio Ambiente, indicam um aumento da devastação do bioma, que tem baixos percentuais de áreas protegidas.
Texto de apoio ao professor - Caatinga
As tradicionais imagens da caatinga e do semiárido nordestino, com solos secos e rachados e plantas de pequeno porte, muitas vezes deixam de revelar a extrema complexidade e diversidade do bioma. Suas paisagens refletem um clima de forte insolação, temperaturas elevadas na maior parte do ano, solos pedregosos, chuvas escassas e irregulares, com secas periódicas. Parte dos rios é intermitente e sazonal; as exceções são os caudalosos Parnaíba e São Francisco.
Como salienta o professor Aziz Ab’Saber, cerca de 85% do espaço total do Nordeste seco se estende por depressões interplanálticas, situadas entre antigos maciços cristalinos e chapadas eventuais, sob a forma de incontáveis colinas sertanejas. Essas colinas são sulcadas por rios e riachos intermitentes, em climas quentes e relativamente secos. Mas a diversidade de solos e a presença de serras e brejos denotam também a presença de áreas mais úmidas. O inverno seco dura de cinco a oito meses, com maior precipitação no verão, mas irregulares no tempo e no espaço.
Na região, massas de ar descendentes, mais secas e orientadas para a superfície, impedem a ascensão de ar indispensável à formação de nuvens e ocorrência de chuvas. Completa esse quadro natural a cobertura com vegetação arbustivo-arbórea e, mais raramente, arbórea. De origem tupi-guarani, caatinga significa mata branca. São pelo menos 12 tipos de coberturas, desde matas secas (caatinga arbórea) até caatingas abertas, capoeiras e extensões de arbustos baixos. As folhas miúdas, as cascas grossas e as hastes espinhentas são adaptadas à evapotranspiração intensa, tendo algumas plantas sistemas para armazenamento de água, como o mandacaru, xique-xique, barriguda e umbuzeiro. São pelo menos 930 espécies de plantas, sendo 380 endêmicas. Na região existem pelo menos 510 espécies de aves, das quais 470 se reproduzem localmente - dependem da vegetação para sobreviver. Há também ali grande variedade de cobras e lagartos.
Estudo recente lançado pelo Ministério do Meio Ambiente indica que o total de caatinga devastada saltou de 43,3% em 2002 para 45,3% em 2008 – crescimento de área equivalente à do município de São Paulo. Entre as principais causas apontadas para esse avanço estão o uso da cobertura para lenha e carvão e o avanço de frentes agrícolas e de pecuária. Como se sabe, há novas frentes de expansão da moderna cultura de grãos pelo oeste da Bahia e sul do Maranhão e Piauí. Entre os municípios que registraram maior perda de caatinga estão Acopiara e Tauá (CE), Bom Jesus da Lapa e Campo Formoso (BA) e Serra Talhada (PE). O avanço preocupa porque apenas 7% da cobertura está protegida por unidades de conservação federais ou estaduais, com os habituais problemas de controle e fiscalização. Desse total, apenas 1% é de unidades de proteção integral.
Com isso, podem estar em risco espécies de flora e fauna e a rica “farmácia a céu aberto” representada por diferentes plantas de uso medicinal, como a catingueira, o jerico e o angico.
Diversos estudos e programas indicam, pelo menos, 80 áreas prioritárias para conservação da caatinga e definição de políticas articuladas entre União, estados e municípios de combate à devastação do bioma. Uma unidade de conservação a ser destacada é o Parque Nacional da Serra da Capivara, declarado patrimônio cultural pela Unesco em 1991, em função de seus mais de 500 sítios de pinturas rupestres, e abrigo de espécies ameaçadas como jaguatirica e tamanduá-bandeira.
Mesmo diante das dificuldades do homem sertanejo – quase 1 milhão de famílias vivem em situação de penúria, num quadro de grande concentração fundiária - o Nordeste seco é o semi-árido mais povoado do planeta.
(Para saber mais, consulte as matérias MMA, ICMBIO e TNC lançam mapa da CaatingaPlano pretende frear destruição da Caatinga e , disponíveis no portal Planeta Sustentável).
Desenvolvimento
1ª e 2ª aulas
Peça que os alunos se dividam em pequenos grupos e pesquisem informações sobre configuração natural do bioma caatinga (distribuição das coberturas vegetais, aspectos climáticos, formas de relevo, bolsões de umidade, rede de drenagem) e processos de constituição dos espaços no Nordeste seco. É fundamental que recolham fotos e mapas sobre a região em questão. Solicite que organizem os dados e examinem o mapa a seguir, com a escala de devastação do bioma nos últimos anos. Com base no mapa, peça que identifiquem as áreas mais afetadas pela retirada das coberturas vegetais originais.
Mapa - Distribuição do desmatamento da caatinga - 2008
Mapa - Distribuição do desmatamento da caatinga. Fonte: Ibama. Ministério do Meio Ambiente.
Em verde, a cobertura vegetal original; em bege, o desmatamento ocorrido antes de 2002; e em marrom, os novos pontos de desmate (entre 2002 e 2008).
3ª e 4ª aulas
O avanço da devastação da caatinga coloca os holofotes sobre as políticas de conservação na região. Proponha que os estudantes recolham dados sobre as unidades de conservação – entre elas, o Parque Nacional da Serra da Capivara e da Chapada do Araripe e o Raso da Catarina – identificando espécies e ambientes protegidos. Do mesmo modo, o potencial da vegetação em termos de fármacos e produção de medicamentos e o desenvolvimento de novas tecnologias para atenuar os rigores do clima, como os sistemas de cisternas em comunidades rurais para armazenamento de água. Um histórico do combate às secas na região – que muitas vezes beneficiou somente as elites agrárias – é fundamental para contextualizar o quadro político e econômico-social regional.
Os dados recolhidos devem compor relatórios de pesquisa sobre o bioma. Oriente a turma para incluir informações sobre a situação atual e as perspectivas futuras a caatinga e o homem sertanejo. Os trabalhos serão utilizados nas últimas aulas desta série, em que será feito um balanço dos desafios para a conservação dos biomas brasileiros.
Avaliação
Avalie a participação de cada estudante nos momentos individuais e coletivos. Verifique também o domínio de conceitos, processos e habilidades em jogo sobre a caatinga. Examine organização dos relatórios. Se necessário, crie uma ficha de registros de atividades para facilitar a avaliação. Reserve tempo para a turma avaliar a experiência.
http://revistaescola.abril.com.br/geografia/pratica-pedagogica/biomas-brasileiros-parte-5-caatinga-558287.shtml
domingo, 5 de junho de 2011
PORQUE TANTO DESRESPEITO PELO NORDESTE - PELO NORDESTINO PELA CAATINGA?
Recentemente postei essa pergunta no site de perguntas e respostas do Yahoo - e muitas me surpreenderam bastante!
PERGUNTA : PORQUE TANTO DESRESPEITO PELO NORDESTE - PELO NORDESTINO PELA CAATINGA?
POVO FRÁGIL TRABALHADOR HONESTO - CAATINGA O BIOMA MAIS FRAGIL MENOS EXPLORADO E CONHECIDO DO MUNDO TIPICAMENTE BRASILEIRO SO TEM NO BRASIL E UNICO E NOSSO - É CULTURAL E TESOURO
RESPOSTA DE: ?? KAMAL ??
Cara, agora me fala: qual a contribuição de vocês pra riqueza do Brasil?
Além da cultural, claro. rs.
...
Fabinho: ta!
Produz bode, gesso, parte pífia do petróleo nacional (porque de resto petróleo importamos), sal (que provoca pressão alta) e quando dá uma seca medonha, temos, nós todos do Brasil, de ajudar o nordeste.
E isso é besteirol?
Admita cara, é mais ônus que bônus.
...
Aliás, usuário 'amigo', leia isso:
"Em relação aos estados, São Paulo (US$ 3,327 bilhões) foi o que mais exportou em janeiro de 2011, acompanhado por Minas Gerais (US$ 2,731 bilhões) e Rio de Janeiro (US$ 1,713 bilhão). Em seguida, aparecem Pará (US$ 1,137 bilhões) e Rio Grande do Sul (US$ 1,122 bilhão). Na comparação com janeiro de 2010, todos os estados brasileiros tiveram variação positiva, com exceção de Piauí (-47,46%), Bahia (-25,7%), Pernambuco (-18,27%) Tocantins (-18,16%) e Rio Grande do Norte (-10,49%)."
Fonte: http://urisantrade.blogspot.com/2011/02/…
A verdade dói, mas precisa ser dita ao indagador.
Ele não pode continuar no sonho em que está vivendo.
Adoro o povo nordestino e aqui não vai nenhum preconceito.
Estou apenas apresentando números.
Cadê que o 'amigo' foi lá conferir na nossa balança comercial o que o nordeste representa pra ela?
Não foi, né
ACHEI ESSA RESPOSTA ABSURDA
RESPOSTA DE: ?? FABINHO ??
KAMAL . . . Vai estudar um pouquinho antes de falar besteirol para o Junior !
Dá uma lidinha de leve no resuminho aí e tem mais . . .
**************************************…
O Nordeste é rico em recursos minerais. Os destaques são o petróleo e o gás natural, produzidos na Bahia, em Sergipe e no Rio Grande do Norte. Na Bahia, o petróleo é explorado no litoral e na plataforma continental e processado no Pólo Petroquímico de Camaçari. O Rio Grande do Norte, responsável por 11% da produção nacional em 1997, é o segundo maior produtor de petróleo do país, atrás do Rio de Janeiro. Produz também 95% do sal marinho consumido no Brasil. Outro destaque é a produção de gesso em Pernambuco, que responde por 95% do total brasileiro. O Nordeste possui ainda jazidas de granito, pedras preciosas e semipreciosas.
Na região se cria principalmente gado. Os maiores rebanhos bovinos estão na Bahia (10.229.459 cabeças), seguido por Maranhão (5.592.007), Ceará (2.105.441), Pernambuco (1.861.570) e Piauí (1.560.552). No sertão os produtores têm muitas vezes prejuízos devido às constantes secas. Também existem criações de caprinos, que são mais resistentes, suínos, ovinos e aves.
É mais forte e diversificada em regiões metropolitanas como a do Recife, a de Salvador e a de Fortaleza. Excetuando as capitais, tem-se a região de Campina Grande no estado da Paraíba, a região de Feira de Santana no estado da Bahia, e a região de Montes Claros no Norte de Minas Gerais.
Montes Claros, na mesorregião mineira Norte de Minas, é uma importante cidade do interior da Região geoeconômica do Nordeste do Brasil. Seu raio de influência abrange todo o norte de Minas Gerais e parte do sul da Bahia.
Destaca-se a produção de aços especiais, produtos eletrônicos, equipamentos para irrigação, barcos, navios, cascos para plataformas de petróleo, automóveis, baterias, chips, softwares e produtos petroquímicos, além de produtos de marca com valor agregado, calçados de couro e de lona e tecidos de todos os tipos. O pólo gesseiro de Araripina, em Pernambuco, é o mais importante do país, respondendo por 95% da produção brasileira [10]; e o estado do Rio Grande do Norte produz 95% do sal marinho consumido no Brasil.
MUITO BOA
RESPOSTA DE: ?? HOMER SIMPSON ??
Os nordestinos praticamente ergueram esse país, construíram cidades inteiras, e ainda assim sofrem muito preconceito.
Quem fala mal de nordestino, é na maioria das vezes mais um riquinho desses que se acham o máximo. E os que falam mal de nordestinos costumam ser os mesmo que falam mal do Lula e da Dilma, mas isso é porque o governo Lula foi uns dos que mais fez pelos nordestinos, se não o que mais fez. Essa arrogância chega até a me enojar.
Desde 1995 O Nordeste tem o maior crescimento do PIB:
http://exame.abril.com.br/revista-exame/…
Somente o Estado da Bahia tem mais resorts de luxo de nível internacional do que rio e são Paulo
juntos.
http://www.litoralverde.com.br/resorts_b…
Pólo Petroquímico de Camaçari Bahia, o maior centro industrial integrado da América do sul onde se instalou o complexo FORD que em apenas dois anos já está sendo duplicado!
http://www.coficpolo.com.br/
O Nordeste é HOJE, ao contrário do que muita gente desinformada pensa, a região que mais cresce economicamente no Brasil produzindo inversão migratória, ou seja, pessoas de outras regiões estão vindas para o Nordeste procurando novas oportunidades.
O povo do sertão só sai do sertão (interior do Nordeste) por opção, não mais por necessidade.
http://exame.abril.com.br/revista-exame/…
http://www.youtube.com/watch?v=Y9WZh8Pac…
http://www.youtube.com/watch?v=br2WFdOBX…
Esperam um pouco e vocês verão a força do Nordeste.
Fonte(s):
Sou nordestino.
http://br.answers.yahoo.com/question/ind…
GOSTEI MUITO DA RESPOSTA E DA COMPROVAÇÃO DOS FATOS
FONTE: http://br.answers.yahoo.com/question/index;_ylt=AnfvZjfoiHPn2IuQGIYNU.C76gt.;_ylv=3?qid=20110604181928AAGBXl7
COMENTEM BASTANTE
PERGUNTA : PORQUE TANTO DESRESPEITO PELO NORDESTE - PELO NORDESTINO PELA CAATINGA?
POVO FRÁGIL TRABALHADOR HONESTO - CAATINGA O BIOMA MAIS FRAGIL MENOS EXPLORADO E CONHECIDO DO MUNDO TIPICAMENTE BRASILEIRO SO TEM NO BRASIL E UNICO E NOSSO - É CULTURAL E TESOURO
RESPOSTA DE: ?? KAMAL ??
Cara, agora me fala: qual a contribuição de vocês pra riqueza do Brasil?
Além da cultural, claro. rs.
...
Fabinho: ta!
Produz bode, gesso, parte pífia do petróleo nacional (porque de resto petróleo importamos), sal (que provoca pressão alta) e quando dá uma seca medonha, temos, nós todos do Brasil, de ajudar o nordeste.
E isso é besteirol?
Admita cara, é mais ônus que bônus.
...
Aliás, usuário 'amigo', leia isso:
"Em relação aos estados, São Paulo (US$ 3,327 bilhões) foi o que mais exportou em janeiro de 2011, acompanhado por Minas Gerais (US$ 2,731 bilhões) e Rio de Janeiro (US$ 1,713 bilhão). Em seguida, aparecem Pará (US$ 1,137 bilhões) e Rio Grande do Sul (US$ 1,122 bilhão). Na comparação com janeiro de 2010, todos os estados brasileiros tiveram variação positiva, com exceção de Piauí (-47,46%), Bahia (-25,7%), Pernambuco (-18,27%) Tocantins (-18,16%) e Rio Grande do Norte (-10,49%)."
Fonte: http://urisantrade.blogspot.com/2011/02/…
A verdade dói, mas precisa ser dita ao indagador.
Ele não pode continuar no sonho em que está vivendo.
Adoro o povo nordestino e aqui não vai nenhum preconceito.
Estou apenas apresentando números.
Cadê que o 'amigo' foi lá conferir na nossa balança comercial o que o nordeste representa pra ela?
Não foi, né
ACHEI ESSA RESPOSTA ABSURDA
RESPOSTA DE: ?? FABINHO ??
KAMAL . . . Vai estudar um pouquinho antes de falar besteirol para o Junior !
Dá uma lidinha de leve no resuminho aí e tem mais . . .
**************************************…
O Nordeste é rico em recursos minerais. Os destaques são o petróleo e o gás natural, produzidos na Bahia, em Sergipe e no Rio Grande do Norte. Na Bahia, o petróleo é explorado no litoral e na plataforma continental e processado no Pólo Petroquímico de Camaçari. O Rio Grande do Norte, responsável por 11% da produção nacional em 1997, é o segundo maior produtor de petróleo do país, atrás do Rio de Janeiro. Produz também 95% do sal marinho consumido no Brasil. Outro destaque é a produção de gesso em Pernambuco, que responde por 95% do total brasileiro. O Nordeste possui ainda jazidas de granito, pedras preciosas e semipreciosas.
Na região se cria principalmente gado. Os maiores rebanhos bovinos estão na Bahia (10.229.459 cabeças), seguido por Maranhão (5.592.007), Ceará (2.105.441), Pernambuco (1.861.570) e Piauí (1.560.552). No sertão os produtores têm muitas vezes prejuízos devido às constantes secas. Também existem criações de caprinos, que são mais resistentes, suínos, ovinos e aves.
É mais forte e diversificada em regiões metropolitanas como a do Recife, a de Salvador e a de Fortaleza. Excetuando as capitais, tem-se a região de Campina Grande no estado da Paraíba, a região de Feira de Santana no estado da Bahia, e a região de Montes Claros no Norte de Minas Gerais.
Montes Claros, na mesorregião mineira Norte de Minas, é uma importante cidade do interior da Região geoeconômica do Nordeste do Brasil. Seu raio de influência abrange todo o norte de Minas Gerais e parte do sul da Bahia.
Destaca-se a produção de aços especiais, produtos eletrônicos, equipamentos para irrigação, barcos, navios, cascos para plataformas de petróleo, automóveis, baterias, chips, softwares e produtos petroquímicos, além de produtos de marca com valor agregado, calçados de couro e de lona e tecidos de todos os tipos. O pólo gesseiro de Araripina, em Pernambuco, é o mais importante do país, respondendo por 95% da produção brasileira [10]; e o estado do Rio Grande do Norte produz 95% do sal marinho consumido no Brasil.
MUITO BOA
RESPOSTA DE: ?? HOMER SIMPSON ??
Os nordestinos praticamente ergueram esse país, construíram cidades inteiras, e ainda assim sofrem muito preconceito.
Quem fala mal de nordestino, é na maioria das vezes mais um riquinho desses que se acham o máximo. E os que falam mal de nordestinos costumam ser os mesmo que falam mal do Lula e da Dilma, mas isso é porque o governo Lula foi uns dos que mais fez pelos nordestinos, se não o que mais fez. Essa arrogância chega até a me enojar.
Desde 1995 O Nordeste tem o maior crescimento do PIB:
http://exame.abril.com.br/revista-exame/…
Somente o Estado da Bahia tem mais resorts de luxo de nível internacional do que rio e são Paulo
juntos.
http://www.litoralverde.com.br/resorts_b…
Pólo Petroquímico de Camaçari Bahia, o maior centro industrial integrado da América do sul onde se instalou o complexo FORD que em apenas dois anos já está sendo duplicado!
http://www.coficpolo.com.br/
O Nordeste é HOJE, ao contrário do que muita gente desinformada pensa, a região que mais cresce economicamente no Brasil produzindo inversão migratória, ou seja, pessoas de outras regiões estão vindas para o Nordeste procurando novas oportunidades.
O povo do sertão só sai do sertão (interior do Nordeste) por opção, não mais por necessidade.
http://exame.abril.com.br/revista-exame/…
http://www.youtube.com/watch?v=Y9WZh8Pac…
http://www.youtube.com/watch?v=br2WFdOBX…
Esperam um pouco e vocês verão a força do Nordeste.
Fonte(s):
Sou nordestino.
http://br.answers.yahoo.com/question/ind…
GOSTEI MUITO DA RESPOSTA E DA COMPROVAÇÃO DOS FATOS
FONTE: http://br.answers.yahoo.com/question/index;_ylt=AnfvZjfoiHPn2IuQGIYNU.C76gt.;_ylv=3?qid=20110604181928AAGBXl7
COMENTEM BASTANTE
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Dia de Campo - Hortaliças de Antonio Gonçalves
Mini-Prognostico
Palavras-chave: Impactos, perturbações, poluição, saúde, problemas sociais
- Hortaliças no Brasil - Em 2004, o valor de produção das hortaliças, no Brasil, foi estimado em R$ 11.696 milhões. A área cultivada alcançou 776,8 mil gerando uma produção total de 16.086 mil toneladas. Três quartos do volume de produção concentram-se nas regiões Sudeste e Sul enquanto o Nordeste e o Centro-Oeste respondem pelos 25% restantes. “dados da Secretaria Estadual de Agricultura - SEAGRI-BA
O Trabalho foi realizado em aula de campo, baseado nas visitas e estudos aos problemas encontrados como impactos ambientais, problemas de saúde, sociais, sanitários.
O que se relatado aqui é a observação da equipe, e o que foi citados pelo entrevistados As áreas de visitas foram a produção de hortaliças nas estrada de ligação a Campo Formoso no município de Antonio GonçalvesPalavras-chave: Impactos, perturbações, poluição, saúde, problemas sociais
- Hortaliças no Brasil - Em 2004, o valor de produção das hortaliças, no Brasil, foi estimado em R$ 11.696 milhões. A área cultivada alcançou 776,8 mil gerando uma produção total de 16.086 mil toneladas. Três quartos do volume de produção concentram-se nas regiões Sudeste e Sul enquanto o Nordeste e o Centro-Oeste respondem pelos 25% restantes. “dados da Secretaria Estadual de Agricultura - SEAGRI-BA
Na Bahia a Produção de Hortaliças não tem grande desenvolvimento sendo a produção apenas para comercialização local ou para sua sustentabilidade, é a produção denominada de agricultura familiar.
- A Cidade de Antonio Gonçalves é famosa por sua grande produção de hortaliças e Flores, que se localizam nas margens da estrada de ligação a cidade de Campo Formoso, infelizmente a produção e comercialização destes produtos não têm suporte técnico de órgão público responsáveis como a “EBDA, SEAGRI-BA, Secretaria Municipal de Agricultura - SEAGRI” que também não forneceram dados sobre comercialização, métodos de produção nem quantidade de famílias que sobrevivem da agricultura, os produtores de hortaliças, enfrentam dificuldades para produção de tal produto, sendo apenas orientados pelos comerciantes de defensivos agrícolas, ou os demais colegas de produção. Os produtores de Flores, Bromélias e Orquídeas tem um acompanhamento do SEBRAE e possuem organização social, que mesmo assim enfrentam problemas para escoamento de sua produção. Um dos maiores problemas encontrado e a falta de informação, trata-se de pessoas de baixa renda sem suporte e que tiveram poucas oportunidades de instrução e estudos. Sobrevivem do que plantam e cultivam em terras privadas em regimes de comodato ou arrendamento.
As terras usadas para o plantio localizam-se próximas do rio Água Branca que traz vantagens como facilidade ao acesso a água, terras úmidas e boa concentração de matéria orgânica, facilidade no transporte do produto para comercialização; a mão de obras e totalmente rústica sem uso de tecnologias e totalmente familiar.
– Na visita as hortaliças observamos algumas coisas que perturbavam o aspecto natural do ambiente, como a implantação de covas a construção de diversos tanques para reservatório de água para irrigação o uso das áreas de preservação permanente na produção no caso o leito do rio, em conversa com um dos agricultores descobrimos que existe uma rejeição das cidades circunvizinhas ao consumo dos vegetais ali produzidos pois a água do rio Água Branca que irriga a hortas recebe efluentes da Cidades de Campo Formoso, esgotamento residencial, empresarial, industrial e do Hospital do Município.
O rio Água Branca nasce na cidade de Campo Formoso trás com sigo substâncias prejudiciais a saúde, devido o lançamento diário de esgoto as. O que gera um grande como eutrofização, contaminação, redução de oxigênio na água e conseqüentemente extermina a vida presente naquele ecossistema.
Outros efeitos negativos foram observados na entrevista apesar de negar e se mostrar bastante resguardado o agricultor afirmou não ter nenhum tipo de doença causados por problemas sanitário no caso a patogenidade do rio mas logo a frente ao fazer as mesmas perguntas as crianças confessaram que sentiam tontura, dores de cabeça e muitos problemas de infecção intestinal “emerias”.
Observamos também o uso de defensivo e imaginamos que exista um descontrole na aplicação pois não presenciamos a aplicação, o entrevistado relatou também não usar nenhum tipo de proteção recomenda no caso o EPI – equipamento de proteção Individual, salientamos que o uso de defensivo deve ser indicada por uma pessoa especializada no assunto, o Engenheiro Agrônomo que também indicaria técnicas de manejo e novas tecnologias de proteção a produção. Hoje a mais novo uso de dessas e o controle biológico.
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